Dorso nasal, como a rinoplastia corrige esse problema?

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A visibilidade do dorso nasal e a sua importância para a harmonia do rosto fazem com que ele seja alvo frequente de alterações estéticas na plástica do nariz. O dorso do nariz é formado por diferentes partes: o osso nasal, as partes superior e inferior da cartilagem lateral e o septo. Geralmente, algumas pessoas possuem ele acentuado, ou levemente alto, o que motiva a grande procura por cirurgias que alterem essa parte do nariz.

Por que os pacientes querem mudar o dorso nasal?

Normalmente, quando um paciente diz que deseja mudar o dorso do seu nariz, ele na verdade está se referindo a protuberância ou giba que torna o nariz desproporcionalmente maior que o resto do rosto. Entenda mais sobre o dorso nasal em nosso artigo!

Primeiro de tudo: como é a anatomia do nariz?

A estrutura do nariz consiste principalmente em osso e cartilagem. A porção de cima do nariz é sustentada por um osso. As gibas dorsais, que são áreas de cartilagem ou osso acumulados, podem se formar ao longo do dorso do nariz. A parte inferior do nariz é suportada por várias placas de cartilagem que se estendem para o lado do centro do nariz, definindo a forma e a aparência da ponta do nariz.

Dorso nasal maior que o normal

Para pacientes com dorso nasal sobressalente, o especialista responsável pode usar um procedimento para remover o excesso de cartilagem e osso. Para isso, utiliza-se uma lixa muito fina para os ossos e um bisturi de cartilagem. Ressalta-se que quando o dorso está muito alto e se deseja reduzi-lo significativamente, pode ser necessário fraturar os ossos do nariz, o que pode resultar em um pouco mais de inchaço e hematomas no pós-operatório.

No entanto, quando a técnica correta é realizada com as ferramentas certas, o inchaço após uma fratura pode ser quase imperceptível.

Dorso nasal maior que o normal

Dorso nasal menor que o normal

Assim como em pacientes que possuem dorso nasal protuberante, os especialistas costumam optar pela rinoplastia aberta nos casos de dorso nasal menor que o normal. Muitas vezes, nesses casos, pedaços da própria cartilagem do paciente são usados ​​para promover o alargamento da parte posterior do nariz, lembrando também que é possível utilizar materiais aloplásticos (industrializados) como silicone e polietileno. Os maiores candidatos a esse tipo de mudança são os pacientes de ascendência oriental e africana, pois possuem o nariz com tamanho e forma diferente.

Dr Iran Sanches: Especialista em rinoplastia

De forma geral, a correção do dorso nasal é segura e tranquila, sendo importante que o paciente tenha um pré e pós-operatório adequado e explique ao profissional responsável quais são as expectativas. Dessa forma, as taxas de sucesso serão altas.

Com longos anos de experiência, Dr Iran Sanches possui toda a experiência para realizar procedimentos de correção de dorso nasal, seja ele sobressalente ou pequeno. Entre em contato para agendar sua consulta com o Dr e conhecer sua forma de trabalho.

Cirurgias Faciais, Cirurgias Corporais e Procedimentos Estéticos - Dr. Iran Sanches

CRM – 64705
Cirurgia Geral RQE – nº 13043
Cirurgia Plastica RQE –  nº 13401

Especialista em Rinoplastia e Cirurgia Plástica
Formado em Medicina em 1987 pela Universidade Federal do Paraná, concluiu residência de Cirurgia Geral credenciada e reconhecida pelo MEC em 1989 e em Cirurgia Plástica em 1992, reconhecida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Já em 1992 foi aprovado em exames de provas e de curriculum, tendo recebido Título de Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, registrado pelo CREMESP, e pelo Conselho Federal de Medicina.

Em 1996 realizou curso de Cirurgia Plástica na New York University e no Manhattan Eye, Ear & Throat Hospital.
Em 2003 cursos no Mount Vernon Hospital, Northwood e no St. Thomas Hospital em Londres. Em 2012 no Lenox Hill Hospital em NY fellowship em cirurgia facial e foco em rinoplastia. Complementação da formação no Langone Medical Center da New York University.

Em 2016 ascensão a Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com a apresentação do trabalho “Rinoplastia: Uma análise retrospectiva”. Esse trabalho científico é baseado na análise de 775 pacientes submetidos a Rinoplastia, entre 1993 e 2015, revelando importantes aspectos dessa casuística.

Anatomista convidado para ministrar vários cursos no MARC (Miami Anatomical Research Center) em anatomia associada a cirurgia facial e procedimentos faciais minimamente invasivos.

Participando com frequência de congressos científicos nacionais e internacionais, se mantem sempre atualizado com as últimas técnicas e procedimentos em Cirurgia Plástica, para proporcionar o melhor tratamento aos pacientes, sempre dentro de altos critérios ético-científicos.