Quando é necessário fraturar os ossos em rinoplastia?

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Essa é uma dúvida muito frequente para os pacientes de rinoplastia. Vamos te contar um pouco sobre isso!

Um dos questionamentos mais comuns dos pacientes que buscam a rinoplastia diz respeito à técnica que o cirurgião plástico irá utilizar. Muitas pessoas tem dúvida se em todas as rinoplastias é necessário fraturar o nariz.

A crença em que é sempre necessário realizar a fratura do nariz para remodelá-lo com o formato idealizado, não condiz com a realidade. As fraturas, também chamadas de osteotomias, são indicadas para pacientes que tenham base nasal muito larga, portanto não são realizadas fraturas dos ossos nasais em todas as rinoplastias.

Em pacientes que possuem nariz mais delicado, que manifestem queixas mais relacionadas à ponta nasal, seja ela volumosa ou caída, desde que a base do nariz seja fina não é necessário realizar fraturas.

Nas cirurgias em que as alterações são mais discretas, o cirurgião plástico pode realizar somente métodos de redução ou uso de enxertos. A rinoplastia é geralmente realizada com anestesia geral, assim é mais seguro para o paciente, sem dor alguma. A osteotomia pode ser feita também para correção da giba dorsal, melhoramento em desvio frontal do nariz ou fechamento de um teto após a retirada da giba dorsal.

A fratura promove o acabamento e refinamento no resultado da rinoplastia. Quase sempre é algo que os pacientes não querem fazer, pois acreditam que dói ou que fica muito roxo, mas isso não é verdade.

As fraturas nasais não doem nada após a cirurgia.Quando realizadas com uma técnica correta com osteótomo manual ou com piezo (instrumento cirúrgico motorizado para incisões e modelagem), o inchaço e a equimose (manchas roxas) são muito discretos no pós-operatório.

Durante esse período inicial o paciente deve evitar exposição ao sol, para que a pele arroxeada não fique manchada de forma mais permanente. Ter um breve repouso das atividades de rotina também é recomendado.

Após a realização da cirurgia o paciente precisa utilizar uma peça para imobilizar o nariz, pode ser de gesso ou material plástico, isso dá mais segurança e proteção para a estrutura nasal nos primeiros 7 dias após a cirurgia.

Nada adiante ter uma ponta delicada, um perfil bonito e o nariz continuar lago visto de frente. As expectativas do paciente em relação ao nariz devem ser bem alinhadas com as possibilidades das técnicas que o cirurgião plástico pode empregar, assim como respeito à harmonia e simetria dos demais traços faciais.

Você se interessa pela cirurgia de rinoplastia?

O Dr. Iran Sanches é especialista em rinoplastia, com experiência de muitos anos em cirurgia plástica e foco em rinoplastia.

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Cirurgias Faciais, Cirurgias Corporais e Procedimentos Estéticos - Dr. Iran Sanches

CRM – 64705
Cirurgia Geral RQE – nº 13043
Cirurgia Plastica RQE –  nº 13401

Especialista em Rinoplastia e Cirurgia Plástica
Formado em Medicina em 1987 pela Universidade Federal do Paraná, concluiu residência de Cirurgia Geral credenciada e reconhecida pelo MEC em 1989 e em Cirurgia Plástica em 1992, reconhecida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Já em 1992 foi aprovado em exames de provas e de curriculum, tendo recebido Título de Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, registrado pelo CREMESP, e pelo Conselho Federal de Medicina.

Em 1996 realizou curso de Cirurgia Plástica na New York University e no Manhattan Eye, Ear & Throat Hospital.
Em 2003 cursos no Mount Vernon Hospital, Northwood e no St. Thomas Hospital em Londres. Em 2012 no Lenox Hill Hospital em NY fellowship em cirurgia facial e foco em rinoplastia. Complementação da formação no Langone Medical Center da New York University.

Em 2016 ascensão a Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com a apresentação do trabalho “Rinoplastia: Uma análise retrospectiva”. Esse trabalho científico é baseado na análise de 775 pacientes submetidos a Rinoplastia, entre 1993 e 2015, revelando importantes aspectos dessa casuística.

Anatomista convidado para ministrar vários cursos no MARC (Miami Anatomical Research Center) em anatomia associada a cirurgia facial e procedimentos faciais minimamente invasivos.

Participando com frequência de congressos científicos nacionais e internacionais, se mantem sempre atualizado com as últimas técnicas e procedimentos em Cirurgia Plástica, para proporcionar o melhor tratamento aos pacientes, sempre dentro de altos critérios ético-científicos.